Esculturas de dogs por Jeff Koons

Jeff Koons nasceu em York na Pensilvânia em 1955. Hoje vive e trabalha em Nova York.
Com pinturas e esculturas aborda obsessões contemporâneas como sexo e desejo; raça e gênero; celebridade e mídia, consumo e fama. Ele se define como um “homem das idéias” e contrata artesãos e técnicos para de fato executarem suas obras. Para ele a mão do artista não é o aspecto mais importante.

Foi um dos primeiros artistas a contratar uma agência de publicidade para divulgar suas obras, se firmou como artista em meados da década de 80, antes atuou em Wall Street.

Suas esculturas circulam pelos museus mais importantes do mundo. Suas obras já foram vistas em Nova York no Metropolitan Museum, no Palácio de Versailles na França e em muitos outros espaços importantes.

Ele é um artista conceitual que brinca com as imagens e materiais, fez esta escultura “Puppy” de flores onde mistura técnicas antigas e modernas, usando sofisticada computação gráfica para modelar e ao mesmo tempo fazendo referência aos jardins do século 18. A escultura tem 18 metros de altura e pode ser vista no Guggenheim Museum em Bilbao.

“Puppy”

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E criou estes dogs estilizados, o “Balloon Dog” que representam dogs feitos com balões e desenvolvidos em materiais que criam reflexo fazendo com que cada espectador seja parte da obra.

É hoje: dog.art e música!

Hoje tem evento com arte e música no Bar Alto da Harmonia.
Oportunidade para você ver e adquirir as esculturas incríveis do projeto dog.art.
Vejo vocês lá!

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“Em busca de um novo mundo” por Beatriz de Carvalho

Beatriz de Carvalho participou do projeto dog.art com duas lindas criaçōes, um vira-lata e um galgo.

Todos os seus cachorrinhos e cachorrōes tem asas e fazem parte de uma série de esculturas de animais, feitas com papel, modeladas por ela e que estão dentro de um outro projeto desenvolvido pela artista a partir de uma estória criada no final dos anos 60 e exposta em várias capitais na Alemanha.

A essência deste trabalho tem a ver com transformação, a busca por tempos melhores, convivência harmoniosa entre humanos e animais, a beleza, a paz, os detalhes pra uma vida mais feliz e colorida!

Todas as peças produzidas com material reciclado e pela própria artista, obra por obra. Matéria prima para a confecção dos personagens: papel, revistas, arame, cola, cápsulas de café, garrafas pet e criatividade sem fim!

Fifis, totós, muitos totós, borboletas, cavalos, a passarinha, a farfalina…
Tudo está sendo preparado para uma exposição e lançamento de um livro com a estória e todos estes personagens saltando dela!

Fifis eram, dentro deste universo lúdico e colorido, passarinhos amarelos. Farfalinas, as borboletas multicores e os totós, cãezinhos muito fofos que povoavam este mundo, mas no começo não tinham asas…

Beatriz, estamos aguardando, queremos saber tudo sobre as asas dos totós!!

Olha só que demais!!

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O escultor que perdeu contrato por matar um cachorro.

A justiça foi feita depois de mais de trinta anos.

O escultor Tom Otterness, que vive e trabalha no Brooklin, NY, perdeu um contrato com o metrô de São Francisco em 2011 por um crime que cometeu contra um dog há mais de trinta anos, crime pelo qual ele nunca foi processado.

Faz tempo vi as obras deste artista Tom Otterness no metrô de Nova York. Semana passada postei esta escultura no instagram(@dog.art.br).

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Quando fui pesquisar mais sobre o escultor para colocar aqui no blog, li as matérias sobre a perda do contrato em 2011.
Em 1977, ele adotou, atirou e matou um cachorrinho e mostrou isto em vídeo, um vídeo de arte?!!!
O vídeo se chama Shot Dog Film.

A comissão desistiu do contrato no valor de $750.000, talvez por pressão dos amantes de animais, sociedades protetoras e moradores que se colocaram totalmente contra o artista, que cometeu tamanha crueldade, desenvolver as 59 esculturas e ainda ser pago por fundos públicos.

O escultor pediu desculpas publicamente por fazer o filme, chamando-o de “um ato indefensável que estou profundamente arrependido”, “indesculpável”, ato cometido numa época de muita turbulência emocional.
“Thirty years ago when I was 25 years old, I made a film in which I shot a dog. It was an indefensible act that I am deeply sorry for. Many of us have experienced profound emotional turmoil and despair. Few have made the mistake I made. I hope people can find it in their hearts to forgive me — Tom Otterness.”

Discutiram a sinceridade do seu arrependimento e que a doação de 50% do que ele iria ganhar para os animais seria uma forma de demonstrar que seu arrependimento era verdadeiro.
Discutiram também que a arte dele colocada em locais públicos, como o metrô, seria um lembrete constante de que apesar do absurdo do seu ato, ele foi recompensado e não punido.

O fim NÃO pode nunca justificar os meios. Nem a ciência, nem a arte, nenhum manifesto ou experimento seja de que tipo for pode justificar a crueldade e a perda de uma vida pra isto.

Podemos, de certa forma, fazer um link entre este acontecimento com o momento que estamos vivendo, momento que queremos mudanças, que nossa voz seja ouvida, momento que queremos “fazer o certo”. Esta quebra de contrato com o escultor que assassinou o cãozinho nos mostra que é possível lutar pelo que acreditamos. Com a união e com a certeza do que queremos e do que não queremos, podemos mudar o rumo e acertar!!

Sobre a arte, podemos dizer que o talento não está diretamente ligado à bondade do artista, infelizmente. Temos outros consagrados por sua arte que se mostraram muito cruéis.

Quanto ao escultor, espero que o artista tenha se arrependido verdadeiramente, quem sou eu para julgar. E que ele ainda tenha oportunidade de mostrar na vida a sensibilidade e o talento que ele tem na arte!

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Dog(dogs and cat)do dia!

Chiquinha, Lui e Lino (nesta ordem), esperando pela Cris na janela!
Dogs e seu amiguinho gato! Todos da família!

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“Bad Dog” fazendo xixi na parede do Museu…

Esta escultura gigante de um labrador preto, com a perna levantada fazendo xixi na fachada do Museu de Arte em Orange (OCMA), Califórnia, tem 8,5 metros e é obra do artista Richard Jackson.

O “Bad Dog” fez parte da exposição retrospectiva do artista intitulada “Ain’t Painting a Pain” que aconteceu no Museu até dia 05 de maio deste ano de 2013.

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Não foi a primeira vez que Richard Jackson mostrou este trabalho que já foi visto todo em preto e “fazendo xixi preto” em Paris.

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No Armory Show em Manhattan, Nova York. Só que em dimensão BEM diferente, em alumínio e com um dispositivo acoplado para esguichar a tinta.

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E na FIAC (importante feira de arte em Paris) em 2011.

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O artista tem 73 anos e um ótimo senso de humor!

Dogs e nossas camisetas do dia a dia

Dogs e camisetas são companheiros do dia a dia e da noite em variadas ocasiōes/ produções.
Esta camiseta com estampa de rottweiler é da coleção 2011 da Givenchy e acompanha famosas, desde Liv Tyler, Rihanna, até blogueiras conhecidas.

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Estas com estampas fofas são da So Lovely Shirt

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E que tal os dogs da dog.art estampando nossas camisetas?! #ficaadica #projetocamisetasdogartbr

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Desde a pré-história…

…lá estavam nossos melhores amigos.

Os primeiros registros que temos são em cavernas, nas formaçōes rochosas, quando o Saara ainda era coberto por vegetação. Existem poucas destas representações, apesar de sabermos que os cães foram os primeiros animais domesticados, cerca de 14.000 anos atrás. Segundo alguns estudiosos, talvez esta representação tenha sido lenta justamente por ele ter sido domesticado, desta forma não era temido, nem caçado e nem reverenciado.

As inscrições rupestres são registros dos momentos vividos pelo homem pré histórico.

Os dogs encontraram seu lugar de representação no meio da arte, quando aparecem cada vez com mais frequência em esculturas, cerâmicas, pinturas, onde posteriormente foram retratados em caçadas, guerras,sociedade.

Esta nossa amizade é bem antiga heim?!
 

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Entre 6000 a.C. e 1500 a.C. 
Pintura rupestre de humanos e animais em Tassili n’Ajjer, Deserto do Saara, Algeria.
Tem um cachorrinho deitado do lado do casal!

 

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Entre 2613 a.C. e 2494 a.C.
Pintura de parede na Pirâmide de Menkaure no Egito

 

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Entre 1370 a.C. e 1352 a.C.
Este é de madeira coberto com folha de ouro na tumba de Tutankhamun
Está Egyptian National Museum – Cairo

 

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Entre 200 a.C. e 300 d.C.
Seated dog, Cultura Colima, México.
The British Museum – Londres

 

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Entre 200 a.C. e 600 d.C.
Cerâmica da Cultura Nasca, Peru.
The British Museum – Londres

 

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Entre 1066-82 d.C.
Detalhe de tapeçaria Bayeux
Museu da Tapeçaria – França

 

Fonte: The Dog: 500 years of the Dog in Art

Dog do dia – Príncipe

Lindo nosso dog do dia!
Segundo sua dona, a Fabiana Kherlakian, “seu nome é Principe, mas gosta de meias, sapatos e panos de chão!!”
Com este olhar, quem resiste?

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A idéia do projeto dog.art

Nosso amor por animais e pela arte, e muitos projetos de customização de animais e objetos, nos inspiraram a desenvolver o projeto dog.art.
 
Pensamos no cachorro por ser considerado o melhor amigo do homem, selecionamos várias raças para representar a diversidade e no vira-lata por ser a mistura de todas as raças, bem povo brasileiro!
Afinal, “Nossa raça é vira-lata”, não é?!
 
Os artistas receberam a escultura dos dogs assim, branquinha, livres pra criar.
 

 
Esta é uma idéia que acontece no mundo inteiro, a primeira exposição nestes moldes que se tem notícia foi no ano de 1986, na cidade de Zurique na Suiça, com mais de 100 esculturas de leões, em comemoração ao aniversário de 2000 anos da cidade, com o “rei da selva” em diversas poses e cores!
 
Foi difícil encontrar registros dessa época, mas achamos essas fotos, tiradas por uma família que estava de férias por lá.
 

 
O projeto com vacas customizadas apareceu nesta mesma cidade 12 anos depois, em 1998, e se tornaram mundialmente conhecidas inclusive no Brasil.
 
Existem muitos outros movimentos com elefantes, girafas, cachorros, galos, flamingos, além de maçãs, guitarras, sapatos, que mostraremos em outros posts.

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